terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Meu MUNDO caiu!!!

Depois de uns pouquíssimos dias curtindo a MAROLA (bem que esses dias podiam ter se prolongado um pouquinho mais, tipo uns SEIS meses pelo menos), eu estou de volta aqui na BlogosFERA.
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E ontem eu descobri uma coisa...
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Eu sei que vocês não vão acreditar mas...
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EU sou a MAYSA!!!
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Maysa nasceu em 6 de Junho de 1936, bem que poderia ter sido no dia 6 de JULHO como euzinho aqui, né, teria mais a ver com o estilo Maysa de ser: Canceriana & Brejetariana... Pronto, tipo nome de turnê como Stick & Sweet, hahaha!!!

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Como bem diZ a chamada da tal minessérie global, de autoria do Tio Maneco, Maysa "é intensa, ousada, visceral, apaixonada..."
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E ainda bebe feito uma doida, detona um bom whisky cowboy no GARGALO, toca o puteiro das famílias quatrocentonas de Sampa sem se importar com o que vão falar sobre ela no dia seguinte...

Mas ela não se faz de modesta.
Ela é talentosa...

Ela NÃO precisa da grife Matarazzo.

Porque ela é MAYSA e só isso BASTA!!!
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Afinal de contas, como gostava de brincar um grande amigo meu (frase que eu até coloquei na boca do personagem Arthur na minha peça "Sem GELO"): "os bons NÃO precisam ser MODESTOS".
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"Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà"
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E apesar de curtir muito Maysa, eu sempre soube muito pouco da vida dela.

A única coisa que eu li sobre ela tá no livro "Chega de SAUDADE", um livro-reportagem que não é especificamente sobre a Maysa, mas fala dela sim, até pq o tal livro fala sobre as maiores estrelas da Bossa Nova e Maysa foi uma delas, apesar de ser + conhecida como a MUSA da velha e boa FOSSA (rótulo que ela dizia que ODIAVA mas não fazia o menor esforço pra se livrar dele).

E o que eu li sobre Maysa nesse livro do Ruy Castro (aliás, um livro-reportagem beeem legal, com uma linguagem beeem descolada, fluída, do caralho) me fez gostar dela MAIS ainda do que eu já gostava.

Um dos capítulos do livro conta como a Maysa conheceu o jornalista, compositor e produtor musical Ronaldo Bôscoli, uma das paiXões + avassaladoras de sua VASTA listinha de conquistas...

E esse fato é de certa forma engraçadíssimo, mostrando toda a dimensão da personalidade IMPETUOSA de Maysa.


Na ocasião, Ronaldo Bôscoli estava namorando a comportada Nara Leão (já tinham até trocado alianças) e Maysa foi logo catando o moço pra sua rica CAMA (falando nisso, ouvi diZer que, nessa minissérie do Manoel Carlos, Nara Leão será POUPADÉRRIMA e vão colocar uma outra "personagem" pra substituir a "princesinha" da Bossa Nova).
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Por sinal, era o showman Luis Carlos Mièle quem dizia que o Ronaldo Bôscoli era tipo o sabonete das ESTRELAS pq, além de Maysa e Nara Leão, o cara ainda PEGOU a Elis Regina, a Betty Faria, a Joana Fomm, entre tantas outras e + outras famosas.

Claro que entre a porralouca, a barraqueira, a cachaceira, a descompensada, a obesa da Maysa e entre a meiga, a angelical, a gracinha, a equilibrada, a magérrima da Nara Leão, Bôscoli queria continuar pagando de bom moço ao lado da SEGUNDA (até pq talentosas e conhecidas no meio musical as duas já eram, nééé).

Mas - creio eu - a verdade é que ele não conseguiu resistir e nem se livrar do BOQUETE de Maysa.

E o livro conta que Bôscoli acompanhou Maysa num show que ela fez, se não me engano, em Buenos Aires ou Punta del Este (enfim, não me lembro agora, mas foi num desses lugarejos vizinhos do Brasil).

Enquanto Bôscoli curtia Maysa sem MODERAÇÃO, todo mundo achava que ele só a acompanhava em seus shows porque tava pagando de produtor dela.

Na real, ele queria mesmo era continuar namorando a DOCE Nara enquanto mantia um caso com a eXuberante Maysa (isso mesmo, pro Bôscoli a Nara era a mulherzinha perfeita pra CASAR e Maysa era a gata ideal pra uma boa TREPADA).
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Foi aí que Maysa descobriu tudo e fez a linha "ou EU ou ELA".

E como Bôscoli não conseguia se decidir com quem queria ficar de fato (com ctz por causa do BOQUETE da eX-Matarazzo, creio eu, já disse isso), Maysa aprontou uma com ele.

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Maysa telefonou pra toda a imprensa CARIOCA dizendo que ia chegar no Rio, depois da tal turnê pelos países vizinhos, com o seu futuro MARIDO.

Como Maysa era a CELEBRIDADE do momento, toda a IMPRENSA ficou em POLVOROSA querendo saber quem era a tal CRIATURA que tava comendo ela.

E Bôscoli, claro, nem desconfiava da TRAMA.

Quando chegou o tal dia anunciado pra imprensa em geral, eis que Maysa e Bôscoli chegam no aeroporto do Galeão e, para a total surpresa do jornalista e compositor de "O Barquinho", ele só viu os milhares de flashs dos seus amados coleguinhas de notícia enquanto Maysa posava de noivinha inocente.

No dia seguinte tava ele lá, juntamente com Maysa, estampado em tudo que era CAPA de jornal anunciando o CASAMENTO do ANO.

Nara Leão, óbVio, não quis mais ver o Ronaldo Bôscoli nem pintado e bordado com cristais SWAROVSKI, daí foi quando o cineasta Cacá Diegues entrou em cena e fez aquela conhecida linha CONSOLO com a pobre cantora, se casando logo depois com a irmã preferida de Danusa.

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Outra coisa que lembro nesse livro do Ruy Castro é que ele conta que Maysa bebia tanto que, algumas vezes, ela fez seus shows totalmente amarrada num PIANO pra não "TOMBAR" de veZ...

E que ela vivia fazendo plásticas e se empanturrando de inibidores de APETITE (viu, Maysa sou EU mesmo, não disse) pra não engordar mais ainda, além de adorar fazer um strip-tease quando eXagerava na BREJA (ou seja, praticamente a tooodo instante).

Ah, foi nesse livro-reportagem do Ruy Castro que eu tb li que alguém disse - não lembro se foi o grande poeta Manuel Bandeira - que os OLHOS de Maysa eram dois OCEANOS não PACÍFICOS (bela definição, arrasô!!!).


Sobre a minissérie "Maysa - Quando fala o coração", protagonizada pela pouco conhecida e bastante convincente Larissa Maciel, eu até que achei o primeiro capítulo meio MORNO e até, de certa forma, beeem DIDÁTICO (o que é compreensível, pois não é todo mundo nesse país que aprecia boa música e, consequentemente, conhece a cantora Maysa).

Por outro lado, eu adooorei a CENA gravada na PONTE Rio-Niterói.

A direção de ARTE foi impecável nessa cena, pois todos os automóveis que trasitavam na ponte eram típicos da época em que a cantora se acidentou, ou seja, em 1977 (será que a Globo mandou "fechar" aquela ponte gigantesca pra tal ceninha ou foi tudo truque de computador???).

De qualquer forma a cena foi perfeita, rica em detalhes, com uma qualidade inquestionável.

O acidente no carro de Maysa então... Meeega REALISTA!!!

Outro ponto alto foram as imagens gravadas na bela e romântica Veneza.

Até pq Veneza é Veneza e o resto é o Tietê!!!


E, pra deixar bem claro que a coisa é FICÇÃO (mesmo sendo baseada em PESSOAS e FATOS reais), ainda teve aqueles fogos de artifícios no debut da jovem Maysa, formando os belos OLHOS dela no céu (adoreiiii, pois ficção é isso, tem que ir bem além dessa realidade de todo santo dia, ultrapassar o previsível).

Outra CENINHA muito boa foi aquela em que Maysa entra gloriosa no Golden Room do Copacabana Palace usando um ÓCULOS escuro incrível e diZendo pro tal André Matarazzo que "uma ESTRELA de verdade NUNCA mostra seus olhos depois de uma noite mal-dormida" (HAHAHA, muito FRESCA essa Maysa, não???).

Ah, todo mundo já sabe que essa minessérie é dirigida pelo Jayme Monjardim, único filho de Maysa, ele que será interpretado pelos próprios filhos (Jayme Matarazzo e Andrezinho Monjardim, este segundo um fruto da relação do diretor com a atriz Daniela Escobar, uma criança super FOFA com quem eu sempre brincava de frescobol durante a gravação de um filme que eu nem me lembro + do nome e que teve o litoral maranhense como cenário).

Legal tb é o elenco dessa competente minessérie, muito bom mesmo, com atores super FERAS do nosso TEATRO (finalmente a GLOBO se deu conta de que os nossos atores teatrais são beeem + talentosos e preparados que as namoradinhas dos seus diretores, nééé).

"Oração para um Pé-de-CHINELO"

Entre eles estão o Marat Descarte e a ótima Denise Weinberg, que interpreta a poderosa e conservadora matriarca dos Matarazzo.

Aliás, eu lembro que vi Marat e Denise juntos lá no Espaço dos Parlapatões protagonizando a peça "Oração para um Pé-de-Chinelo" (de autoria do grande mestre Plínio Marcos) juntamente com o Norival Rizzo, cada um melhor que outro em atuações brilhantes (Denise até faturou o APCA e o Shell de Melhor Atriz por seu trabalho nessa peça).

E “Maysa – Quando Fala o Coração” tb conta com a Priscila Rozenbaum no seu eXcelente casting, ela que é uma atriz que arrasou e faturou todos os prêmios de CINEMA naquele filme do Domingos de Oliveira, o tal do "Carreiras", onde ela interpreta uma jornalista cheiradééérrima numa noite de FÚRIA.

Tb é a Priscila quem apresenta aquele programa do Canal Brasil (canal 66 da Net) que eu acho do CARALHO, onde ela entrevista uns carinhas que não perdem tempo e estão fazendo a diferença no campo artístico desse nosso país fodido que não valoriza a cultura nem fodendo.

Acho até que é a personagem da Priscila Rozenbaum quem diz que Maysa sofre de uma DOENÇA chamada EXCESSO.

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E "Maysa - Quando Fala o Coração" é uma minessérie pra quem gosta mesmo de boa MÚSICA.

Ou seja: é pra pouquíssimos.

E, além do mais, é pra quem gosta de música BRAZUCA, o que aqui em Sampa é algo (pelo menos eu acho) beeeeeeeeeeeem restrito, até pq a maioria da moçada daqui (eu disse a MAIORIA, não tô dizendo todo MUNDO dessa cidade de população incontável) adooora pagar pau pra gringo, tudo é música de gringo e não sobra pra mais ninguém (alguém daqui até já me disse que NÃO curte o Cansei de Ser Sexy - apesar de LovefoXXX e CIA estarem bombando na gringa - só pq a tal banda é bruZiquinha).

Enfim, vai entender...

Mas eu, que não sofro nenhum pouco desse "CompleXo de COLONIZADO", adooooooooooooooooooro Música BraZuca (como tb curto música BOA dos EUA, da França, da Inglaterra, do Marrocos, da Índia e de qualquer lugar com música de qualidade) que FERVE horrores no meu som (nesse mês eu até cheguei a pagar uma MULTA no prédio onde eu moro por causa do meu SOM sempre no TALO).
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Aliás, se a molecadinha EMO de hoje conhecesse melhor artistas braZucas das antigas como Maysa e Angela Rô Rô, entre outras cantoras-BOMBA, iria achar as estripulias de Amy Winehouse coisinhas de monge ZeN daqueles beeem ZeN graça.
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E se eu bem me lembro de um passado um tanto quanto REMOTO, posso me recordar agora que eu adooorava sair pela night com a voz de Maysa estourando no CD-Play do meu CARRO.

Lembro que esse CD nem era meu, era de um querido e folclórico amigo, e que nele, óbVio, tinha a já clássica "Ne Me Quite Pas" e uma outra canção francesa traduzida para o português que diz: "palavras, palavras, palavras..."

Tb lembro que esse CD de Maysa representava a SENHA pra uma noitada de muuuuuuuuuuuuita CACHAÇA & FOSSAS nada NOVAS...

Enfim, tudo como manda o figurino de alguém que NÃO veio pra essa VIDA pra ser um ser "quietinho"... ZeuS que me LIVRE & GUARDE & PROTEJA desse FIM insosso!!!

Mas eu tb não pretendo ter o mesmo fim da Maysa, morta num acidente naquela ponte que treme, dentro de uma Brasília Azul Celeste.

Nãããooooo, nunca, jamé!!!
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Se é pra morrer então que seja como a diVa Isadora Duncan.
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Acho que todo mundo sabe que a bailarina ISADORA DUNCAN, aquela mesma que revolucionou a arte da DANÇA, morreu tragicamente quando dirigia pelo litoral de Nice, na França, e o seu caríssimo echarpe de pura SEDA ficou preso nas rodas de seu carro conversível enforcando assim a diVa num THE END cinematográfico digno de uma ESTRELA de verdade. E todo mundo tb já ouviu alguma coisa sobre aquela história de que a Isadora teve um tórrido caso de AMOR com a consagrada atriz Eleonora Duse. Enfim, Isadora Duncan era babadeira e fervida. Portanto, muuuitos APLAUSOS pra ELA que soube VIVER & DANÇAR & CAUSAR & REVOLUCIONAR & MORRER, fazendo tudo isso em grande estilo!!!
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

WOLVERINE coming SOON

ELE está CHEGANDO...
ELE e as suas GARRAS!!!
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Ui!!!
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Veja o trailer da película do meu MUTANTE favorito:

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Eu juro que podia sentir as suas GARRAS arranhando o meu LODO
O meu ESGOTO
O meu ENGODO
O meu ESPORRO
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Eu juro que podia sentir a sua IRA me rasurando
Me rascunhando
Me espremendo
Me eXprimindo
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Por que parou???
Parou por quê???
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Comédia dos ERROS

"ERRAR é HUMANO, mas morar em São Paulo só pode ser coisa de brasileiro".
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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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A frase acima não é obra minha não...
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É obra do tio IVAN LESSA!
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Ai, ai, meus sais... Eu devo gostar de ser brasileiro... HAHAHA
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E o AQUECIMENTO GLOBAL é FATO meeesmo, não é mais só um papo chato de ecologista cuzão...
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Pelos deuses da Serra da Capivara... São Paulo virou Teresina!
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Que CALORZÃO do CÃO!!!
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"E o meu ERRO foi crer que estar ao teu lado... BASTARIA"
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Os OLHOS da CAPITU tatuada...

Capitu pode até não usar COLÍRIO (ninguém viu, não há provas contra ela)..

Mas uma coisa eu posso afirmar com toda a certeza:

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Capitu NÃO usa All Star.
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Culpada ou inocente???
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SIM, a tal microssérie da Globo tem uma vibe meio "Maria Antonieta" by Sofia Coppola, né não???
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Pois assim como no filme da filhota preferida do Francis Ford, os modelões de "Capitu" são mega absurdos, as perucas parecem + os lustres do Palácio de Versailles e ainda rola uma sonZeira beeem pOp rocK na trilha sonora (destaque pra "Elephant Gun" do Beirut, "And it rips through the silence, all that is left is all that i hide "). Veja o clipe shoW de bola no tal YouTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=EDoMuwGaAao

Ou: http://www.youtube.com/watch?v=N-mqhkuOF7s
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E tem +: a nova Capitu eXibe uma tattoo incrível, tem cara de Gothic Lolita, tb já é conhecida como a "Angelina Jolie braZuca" e dizem por aí que ela é vocalista de uma banda indie.
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Capitu EMOcore???
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A direção de "Capitu" é de Luiz Fernando Carvalho - só podia ser ele mesmo - e o cara até andou admitindo por aí que se inspirou SIM num grande sucesso cinematográfico pra produzir esse seu + novo trampo.

Só que LFCarvalho tb disse que NÃO foi em "Maria Antonieta" que ele se inspirou não...
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Mas foi no filme "Moulin Rouge" e na sua belíssima Satine (o que dá no mesmo, pois tanto Maria Antonieta como a Satine eram bem "rodadinhas" por toda a Paris e adjacências).

De qualquer maneira, em "Capitu" LFCarvalho deságua toda a sua estética detalhadamente caprichada que já o consagrou no cinema ("Lavoura Arcaica"), como tb na tevê ("Uma Mulher Vestida de Sol", "A Pedra do Reino" e o inesquecível "Hoje é Dia de Maria").
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"Maria, maria é um DOM..."
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E "Capitu" parece + uma Ópera Rock...

O primeiro capítulo foi realmente primoroso.

Adorei a cena inicial que rolou num trem da Central do Brasil, unindo passado e presente, sugerindo algo meio assim: nada mudou, é tudo como antes quando se quer falar MAL dos outros.

Tb achei o elenco do caralho, com atores desconhecidos e muito bons contracenando com figuras de outros carnavais, como é o caso da Eliane Giardini e da Izabela Bicalho (sim, a minha eterna NARIZINHO do Sítio do Picapau Amarelo Trash 80's).

Mas é claro que quem vai surpreender mesmo - pelo menos para o grande público - é o quase sempre surpreendente Michel Melamed.
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(RE)cortando Machado de Assis, é,
seu homem-música???
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Bem, o Michel só vai surpreender mesmo que nunca viu ou ainda não conhece o trabalhado dele.

Mas quem já viu o Michel Melamed tomando choque em "Regurgitofagia", entre outras bizarrices teatrais, sabe que esse cara é completamente pirado, dono de uma deliciosa maluquice e muito mais...

Até li num site ou vi no Jô que, pra fazer o tal Bentinho, Michel emagreceu quase a metade de si mesmo. Mas o cara é assim, se joga com um puta tesão em seus trabalhos.

Aliás nem é de hoje que eu me amarro no trabalho dele, sempre o achei um puta ator, ousadíssimo e absolutamente inteiro (o.k., todo mundo já sabe que eu gosto de gente assim), além de muito BONITO de se ver em CENA.

o DOM da vez???
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Ah, tb tem a Maria Fernanda Cândido, que eu nem sei se a considero uma boa atriz. Mas é que ela é tão bela, ela é muito bela, quase perfeita... E ainda tem aqueles olhos imbatíveis... Olhos de Capitu!!!
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E o LFCarvalho tb andou declarando por aí que essa vibe meio Ópera Rock de "Capitu" tem a clara intenção de conquistar a mulecada que só se interessa em ler "Dom Casmurro" quando não tá muito a fim de levar bomba no VESTIBULAR.
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Daí eu me lembrei agora que eu li "Dom Casmurro" pela primeira vez justamente no ano que eu tava me preparando pra passar no vestibular.
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OLHOS da DISCÓRDIA???

Eu estudava em La Isla BoNITA de Sant Louis do MA (noooooossa, faz mó tempão, foi no CEU do José Maria Amaral, na Rua dos Afogados, HAHAHA, hilário mesmo, velho, caralho, que memória da porra, kkkk), mas lembro que eu tava tipo no último ano de escola, estudando a todo vapor pro vestibular e daí o professor de Literatura mandou a galera toda ler, analisar e estudar "Dom Casmurro" pra um trabalho final (evidentemente que o tal livro do Machado de Assis já constava pela milésima vez na lista dos indicados pro vestibular da UFMA).

Dentro desse trabalho de colégio tb lembro que foi até montado um JÚRI Popular em plena sala de aula e a RÉU era a coitada da Capitu.

A grande pergunta desse julgamento estudantil era a mesma de sempre quando se tenta discutir "Dom Casmurro": Capitu traiu ou não o Bentinho??? Ou tudo aquilo (re)tratado no livro não passa de pura ciumeira de uma mente delirante e neurótica???
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Carrega o EZEQUIEL direito, dona Capitu!!!
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Resumo dessa Ópera Rock no CEU: no final da coisa, todo mundo que fez parte do tal Júri Popular chegou a mesma conclusão que todo mundo chega ao se aventurar na deliciosa leitura desse livro fundamental...
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Ou seja: a obra é muito maior do quê ficar futricando sobre a vida da outra, se ela deu ou não pro Escobar, se o Ezequiel era fruto de um chifre, enfim...
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Como o livro é narrado em primeira pessoa, ninguém sabe se o tal Bentinho era um surtado, sofria de TOC, era noiado, BIpolar, TRIpolar e todas essas doenças da moda.
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Mas eu confesso agorinha mesmo que adooooooro ler e reler aquela parte do livro em que o Bentinho fala sobre os olhos de Capitu quando ela vê Escobar mortinho da Silva dentro de um caixão.
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Essa parte do livro é simplesmente linda, viajante, você chega a ver os olhos da mulher ali nas páginas, em cada palavra, cada letra, cada ponto, cada acento circunfleXo...
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Olhos lidos, olhos relidos, olhos intraduzíveis, olhos de Capitu.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Sentindo o DRAMA!!!

Foi shoW de bola a leitura de "On $ALE" lá na OsWald de Andrade...
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"On $ALE" foi uma das QUATRO peças selecionadas - entre as 18 inscritas no total - para a "II Dramática - Ciclo de Leituras Teatrais sobre Homoerotismo e SeXualidade", evento paralelo ao Festival Mix Brasil.
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As outras três selecionadas foram: "Saudade", de Léo Lama; "Be My Baby", de Ricardo Aguieiras e "Os Dois e Aquele Muro", de Ed Mascarenhas.
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E ainda teve a menção honrosa pra peça "Avental todo Sujo de Ovo", do Marcos Barbosa, que nem chegou a ser lida na última quarta por causa de questões com direitos autorais, de montagem, alguma coisa assim... .
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Falando em montagem, todos os teXtos que participaram da primeira edição do "Dramática", realizado em 2006, foram e estão sendo montados com enorme sucesso.

Entre eles: "Santidade", de Zé Vicente, montada pela trupe do tio Zé Celso; "Abre as Asas sobre Nós", que inclusive já faturou um prêmio da APCA; "Cine Bijou", de Mário Viana, tb adaptado para o cinema; E "Sob a neve em frente a Torre Eifell", que acabou de entrar em cartaz lá no Satyros, se não me engano.

Agora, vamos torcer muito pra que as peças dessa II Dramática tenham o mesmo êXito das que fizeram parte de sua primeira edição..
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Sobre a leitura de "On $ALE":

Claro que é bacanérrimo ouvir comentários elogiosos de pessoas que vc nunca viu na vida sobre o teu teXto...

E foi o que rolou nessa quarta passada (ainda bem, kikiki).

Antes de fazerem a leitura de "On $ALE", os atores - Vitor Morbin & José Trassi (excelentes e lindos, por sinal) - disseram que curtiram pra caramba o meu teXto teatral, que a peça tem uma fluidez gostosa, que ela está pronta pra ser montada, além de outros comentários deliciosos de se ouvir.

Já o diretor dessa leitura, Ferdinando Martins, tb falou que achou o teXto "sensacional", até porque "On $ALE" consegue escapar de alguns esteriótipos tão comuns no chamado 'mundinho gay', retratando uma paiXão que eXplode entre dois michês que NÃO se consideram homosseXuais e que fazem programas com outros homens apenas por uma questão de sobrevivência...

Mas que, em um momento de tensão absoluta, eles acabam se envolvendo e daí nasce algo mais forte do que eles, o que transforma as suas vidas totalmente.
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No final da leitura, as pessoas que estavam na platéia tb se pronunciaram e, pra mim como autor, foi incrível presenciar que todos curtiram e se envolveram com a trama da peça.

E, acredite, rolou até um BIS (isso mesmo, os atores leram a peça novamente mas, dessa vez, trocando de personagem, o que foi muuuito interessante).

Como a peça é curtinha, parcelada em Seis VEZES/CENAS sem JUROS, algumas pessoas até sugeriram pra que eu aumente as suas parcelas (por que não em DOZE vezes sem JUROS, hein, seu ZeN???), o que já foi devidamente pensado bem antes da tal leitura e já está em fase de eXecução.

Tb rolou algumas sugestões pra que eu transforme a trama de "On $ALE" num curta e, quem sabe, até no roteiro de um filme (menino, essa minha "ponta de estoque" já tá me saindo caríssima, hahaha), mas vou pensar com bastante carinho nesse caso cinematográfico (The END, é? hahaha).

Legal tb ter a oportunidade de conhecer figuras do meio teatral e artístico como o Ricardo Aguieiras, Ferdinando Martins, Vitor Morbin, José Trassi...
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Deu até pra trocar umas idéias super produtivas com eles e cogitar a possibilidade de se tramar outras leituras do tipo, além de pensar em eventos que estimule uma produção teatral cada vez + criativa, de qualidade e que, sobretudo, conquiste as pessoas.

Valeu tb pelos amigos que deram as caras lá na OsWald e que sempre me prestigiam.
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Resumo dessa LIQUIDAÇÃO: curti SIM ver e ouvir o meu teXto na boca dos atores, ganhando uma outra sonoridade, uma outra musicalidade, sem o meu controle como autor, minha peça ganhando vida, forma, totalmente fora da minha cabeça, da minha imaginação, ali na "real", encenada, fazendo o seu papel como ARTE viva e - o que é + importante - atingindo as pessoas, modificando-as, emocionando-as, pois é isso que vale pra um artista e o resto - como já diz o clichêZão - é consequência.

E eu entendo a arte assim mesmo, como uma transformação, uma deliciosa e instigante transgressão, um ir além do comum, do já estabelecido, um desafio pra inteligência artística, um estímulo pra sensibilidade em meio ao caos de uma humanidade cada vez mais confuso.
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Quem sabe a ARTE talvez seja uma outra forma de tentar compreender essa confusão toda (ou confundir mais ainda, né).
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E o que é melhor: tentar compreender ou confundir o nosso mundinho pré-aquecido fazendo ARTE, que é algo que não se dilui em conceitos ou técnicas, ela simplesmente eXplode, uma eXplosão que revigora a nossa capacidade de se reinventar constantemente.
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No mais, só faltar agora ver "On $ALE" nos palcos desse nosso mundão em final de estoque, né mesmo???
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Até elenco essa PEÇA já tem... hehehe.
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E pra quem ainda não leu "On $ALE", eu já postei esse meu teXtículo aqui mesmo na blogosFERA...
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Aproveite essa promoção de FIM de ANO (hehehe)!!!
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O teXto dramático MORREU???

Sim, a questão acima foi um dos pontos FORTES da mesa-redonda “O Papel do Dramaturgo nos Coletivos Teatrais”, que rolou com os dois David's ontem, lá no Sesi da Vila Leopoldina.
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E, só pra lembrar, David Jubb & David Micklem fazem parte da diretoria artística e eXecutiva da Battersea Arts Centre, um dos lugares + bombados em termos de produção teatral lá na terrinha do tal Shakespeare.
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A mesa-redonda contou ainda com a presença do jornalista e dramaturgo Sérgio Roveri e da mestra Marici Salomão.
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Todos à MESA... Ingleses à cabidela!!!
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Entre outras refleXões, foram discutidas as técnicas dramatúrgicas, o atual avanço do teatro contemporâneo, o eXercício do coletivo que ganha cena no âmbito teatral brasileiro e o desenvolvimento da nova dramaturgia no Brasil e no Reino Unido.

No começo da tal mesa-redonda, a dupla inglesa Jubb & Micklem deram uma idéia geral de como se desenvolve a produção teatral lá no tal Battersea Arts Centre, além de como se dá o processo em torno da dramaturgia.
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Daí eles falaram de toda a invejável estrutura que eles dispõem, de como os artistas envolvidos - principalmente os DRAMATURGOS - são tratados como gente por lá (com casa, comida e roupa lavada, inclusive) e todas essas coisas que estão há anos-luz da nossa realidade teatral e que, certamente, não se configuram nem nos mais loucos delírios dos autores e atores teatrais desse nosso Brasil, onde a CULTURA ainda é tratada como algo "menor".

Outra coisa que eu não posso deixar de mencionar: os tais Davids falaram que a dramaturgia no Battersea Arts Centre é produzida em cima de uma CRIAÇÃO COLETIVA e que o foco principal é o espetáculo em si. .
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As LUZES do Battersea Arts Centre

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Pois bem...

Até o final da eXplanação dos tais gringos, tava tudo muito ótimo, tudo muito perfeito, tudo muito Primeiro Mundo, muito europeu...

Daí o Sérgio Roveri começou a se pronunciar...

Entre outros pontos eXtremamente importantes, Sérgio falou da Criação Coletiva e do Processo Colaborativo como uma TENDÊNCIA que surgiu nos últimos tempos e que, pelo menos para alguns, isso meio que compromete ou até mesmo anuncia 'o fim' da chamada "dramaturgia de gabinete" (daí o fato de surgir nomenclaturas como dramaturgista e etc).

De acordo com Sérgio, que tb tem uma certa eXperiência em processos colaborativos, esse trabalho de acompanhar os atores na sala de ensaio é algo que envolve, além de tudo, muita, muitíssima, mas muuuita GENEROSIDADE.

E que, se essa generosidade não se fizer presente entre todos os envolvidos nesse processo, a coisa fica realmente complicada (pra não dizer praticamente impossível).
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Battersea Arts Centre em CENA Vol. 01
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Sérgio Roveri tb falou que no Brasil nem em sonho há algo parecido com o Battersea Arts Centre, que envolve todo uma produção teatral - nas suas mais diversas formas - concentrado em um grande centro.

Mas esse jornalista e dramaturgo identificou, em grupos e companhias teatrais aqui do Brasil, um trabalho muito semelhante com o que rola lá em Londres (claro que com as nossas características próprias, o nosso jeitinho braZuca de fazer a coisa e levando em conta a forma como a cultura ainda NÃO é levada a sério pelos picas-grossas de Brasília).

E grupos teatrais made in Brazil, como é o caso do Cia do Latão e da Teatro da Vertigem, são os nossos eXemplos + bem sucedidos de criação coletiva e processo colaborativo.
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Latão & Cia.
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Bem, na minha sincera opinião, esse negócio de Criação Coletiva ou Processo Colaborativo - ou qualquer outro nome que inventarem - meio que já virou uma MODINHA de temporada e, em alguns casos, isso é bastante discutível.

Óbvio que eu não tô aqui querendo GENERALIZAR nada, até pq há trabalhos que envolvem esse tipo de processo rolando em todo o país e que resultam em espetáculos teatrais incríveis e com uma dramaturgia que não é de forma alguma, digamos, 'DATADA'.

Mas eu TB percebo uma certa PREGUIÇA de alguns atores e até mesmo diretores em sentar sua bela bundinha numa boa cadeira pra fazer uma leitura aplicada de um texto teatral.

E eu tô falando de uma leitura que tem a ver mesmo com o fato de ESTUDAR a coisa, tentando compreendê-la realmente, além de fazer uma análise detalhada de seus diversos aspectos.

O problema é que grande parte só ler o teXto quando vai numa Lanhouse e apenas passa a vista na coisa no exato instante em que tb se está bantendo um papo no MSN ou lendo os scraps no Orkut.
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Battersea Arts Centre em CENA Vol. 02
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Daí vc, dramaturgo, que passou dias e + dias produzindo seu texto, conversando com ele, analisando, corrigindo, tem que ouvir perguntinhas idiotas do tipo: pq os teus personagens tem nome, hein? Pq vc dividiu a tua peça em CENAS?

Eu juro por Zeus que figurinhas que se dizem saídas de Facul de Artes Cênicas já me fizeram essas perguntinhas cretinas. E ainda me confessaram que leram o teXto rapidamente numa lanhouse (iPod uma coisa dessa???).
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É muito broXante, velho!!!

Aí não rola mesmo, ADEUS, tchau, benção & SARAVÁ!!!
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Cabeças de DRAMATURGOS???

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Uma outro ponto bastante pertinente que surgiu nessa mesa-redonda foi quando alguém lá fez a seguinte pergunta:
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Será que esses teXtos, que estão sendo produzidos atualmente nos coletivos teatrais, irão SOBREVIVER ou, melhor dizendo, serão encenados daqui a 400 anos como, por eXemplo, acontece até hoje com toda a obra de Shakespeare, entre outros grandes dramaturgos não só ingleses???

E + uma vez, os tais gringos convidados disseram que o foco principal do trabalho deles se concentra na formatação do espetáculo como um todo e que, como "registro" de suas produções, a única coisa que garante essa possibilidade é o fato deles filmarem seus espetáculos.

Daí a Marici Salomão 'provocou' os grigos com a seguinte questão:

Será que, atualmente, nós estamos mais preocupados em produzir boa dramaturgia ou bons espetáculos???

A questão ficou no ar, incomodando pra caralho todo mundo que tava lá e que encara seriamente a atividade teatral.

Já os tais ingleses, diante da 'cutucada' da Marici, só mostraram uma cara de soro fisiológico e não + que isso.

Daí fica a questão para nós dramaturgos - seja de gabinete, seja de torre de marfim, seja de processo colaborativo, seja de criação coletiva, seja do caralho de asa tomando Red Bull - analisarmos profundamente.
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Shakespeare FOREVER!!!
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E só pra constar: David Jubb é diretor e produtor teatral britânico, fundador da Central School´s Lion and Unicorn Theatre (Kentish Town ). Já o David Micklem é editor do livro The Producers e líder da implementação da política nacional de teatro na Inglaterra.

No mais, quem não foi PERDEU, pq esse debate em torno da dramaturgia contemporânea foi beeem interessante!!!

E eu fico realmente perpleXo com o fato de pouca gente aparecer pra discutir teatro contemporâneo.

Na hora de reclamar que não se está discutindo o assunto, aparecem uns duzentos pelo menos.

Mas no real instante de tirar a bundinha gorda da cadeira e ir discutir a coisa, apenas e tão somente uns dez gatos-pingandos dão a cara pra bater.

Vai ver que neguinho ainda continua achando que o que tinha que ser feito em termos de revolução teatral já rolou nos Anos 60 & 70 e que o resto é puro saudosismo...

Acho lamentável essa inércia!

Com tanta coisa bombando no mundo hoje em dia e neguinho se trancafiando no seu mundinho pra ver a BANDA - que não é LARGA - passar num (des)compasso desafinado.

Já disse e repito: acho que esse Núcleo de Dramaturgia lá do Sesi tá bancando uma eXcelente oportunidade de discutirmos pontos cruciais da literatura dramática, seja ela antiga, nova, neo-pós-ultra-contemporânea, foda-se a nomenclatura!

Mas que a coisa tá rolando... Ah, isso tá!

E com gente boa e de peso!!!
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Longa VIDA integral???

Cata só a vibe desse trailer:
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http://www.youtube.com/watch?v=WW0lQrWn5VI&feature=related.
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Agora me responde se esse tal de "Milk" vai CAUSAR ou não???
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A trama é baseada em fatos reais e fala de Harvey Milk, o primeiro político assumidamente GAY dos EUA que, entre outras coisas, se destacou na luta pela liberdade individual e de eXpressão da seXualidade.
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Por causa dessa sua empenhada militância, Milk acabou atraindo a antipatia de alguns conservadores norte-americanos...
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E o cara morreu em 1978 juntamente com o prefeito de San Francisco.
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Ou seja: mais uma vítima dessa coisa triste, terrível e lamentável chamada HOMOFOBIA.
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"You found a way to touch my soul
And I'm never ever ever gonna let it go"
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E além de abordar uma temática que continua tão impactante até mesmo em nossos dias, onde ainda se morre e se mata por causa da INTOLERÂNCIA de alguns, esse filme promete cenas tórridas entre os deliciosos e putamente talentosos Sean Penn & James Franco (já me SINTO!!!).
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Até li em algum desses sites sobre cinema que, numa sessão eXclusiva pra avaliar a aceitação do filme antes de seu lançamento de fato, teve um povo de uma cidada lá do interior dos EUA que simplesmente saiu da sala de projeção quando rolou a tal ceninha HoT entre Sean & James.
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Parece que é difícil pra esse tipo de gente tosca sacar que a NATUREZA é eXtremamente DIVERSA e que ela é incrível justamente por causa dessa sua VARIEDADE...
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E que ninguém precisa concordar com tudo, mas pelo menos tentar compreender que a DIFERENÇA eXiste e, a partir daí, respeitar o modo de vida (ou a opção ou a condição ou a orientação, sei lá) de cada um.
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Mas voltando ao casting, como se não bastasse a presença do EX da Madonna e do EX do Spider-Man, "Milk" ainda conta com o apetitoso Diego Luna (si, me gusta mucho mexican food).
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chili, please!!!
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Ah, a direção de "Milk" é do polêmico Gus Van Sant, ele mesmo, que só dirigiu alguns 'filminhos' da categoria de "Elephant", "Drugstore Cawboy", "Gênio Indomável", "Garotos de Programa" e "Last Days". Só isso, velho!
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E o "Elephant" é um dos filmes do Gus Van Sant que eu + curto.

Puta filmaço mesmo, fiquei com um troço entalado na GARGANTA quando vi pela primeira veZ, quase vomitei não sei o quê, mas só lembro que "Elephant" prendeu minha atenção do começo ao fim, me incomodou profundamente, nem sei ao certo o porquê, nem tô a fim de pensar sobre isso agora ou racionalizar sobre as razões desse embrulho que o tal filme causou no meu estômago, é um papo meio cabeçudo, meio chato, dá até SONO, não vale a pena, deiXo pra minha terapia grupal (hã?).

Mas é um filme bem punk, muito bem construído e mega ORIGINAL em todos os aspectos.
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Tiros em Columbine???

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"Milk" estréia agora em novembro lá na gringa e acredito que deva chegar ainda este ano por essas bandas largas do fim do mundo (filmaço perfeito pra esquentar de veZ esse nosso verão very HoT).

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E o nome do filme - MILK - é óóótimo, né não?
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Pelo menos esse nome me sugere uma infinidade de interpretações e possibilidades, praticamente uma dissertação de semiologia (o meu Nescafé Extra-FORTE já deve tá fazendo efeito sobre os meus neurônios descafeinados).
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Entonces, é só esperar pra ver essa película chegar por cá.
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"Elephant", "Garotos de Programa" e "Last Days" (que cutuca o fantasma de Kurt Cobain) fazem parte da eXcelente filmografia do diretor Gus Van Sant.
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